"QUEM NÃO LUTA PELOS SEUS DIREITOS, NÃO É DIGNO DELES." (Rui Barbosa)



quarta-feira, 6 de outubro de 2010

FARSA OFICIAL: NAVIO INAUGURADO POR LULLA EM 03/2010, SÓ FICARÁ PRONTO EM 05/2011


Até quando os brasileiros continuarão achando graça no fato de serem feitos de idiotas pelo presidente Lulla e seus cupinchas? Vejamos a farsa montada pela petralhada, em março último, quando Lulla e uma magote de puxa sacos vieram a Pernambuco para, com pompas e circunstâncias, participar de uma fajuta solenidade de lançamento ao mar do navio João Candido, que teria sido construído por um estaleiro localizado no Porto de Suape. Foi uma festa! A campanha eleitoral em prol da candidata Dilma Rousseff correu solta, com os governistas saldando a entrega do navio como um grande feito da administração petista. Tudo balela! Tão logo os comes e bebes foram encerrados, e as luzes dos holofotes se apagaram, o tal navio, que então não passava de um "CASCO OCO", voltou para o estaleiro, para que as obras continuassem. Pois bem, apesar de haver sido "inaugurado" em março/2010, a verdade é que agora, em outubro, o estaleiro responsável pela construção do navio João Candido, anuncia que a nova previsão de conclusão da embarcação é março de 2011. Será que em março de 2011, caso Dilma vença as eleições, e se não ocorrerem novos atrasos nas obras, os mesmos "desocupados" terão a cara de pau de vir novamente até Pernambuco, para participar de um novo "rega bofe" financiada com dinheiro público, para comemorar, pela segunda vez, o lançamento ao mar do mesmo navio que "fingiram" inaugurar, em março de 2010? Não duvido nada, pois criar factóides para enrolar eleitores incautos, passou a ser, para petralhas e aliados, mais do que uma estratégia, uma fixação.

segunda-feira, 4 de outubro de 2010

OLHA O SEGUNDO TURNO AÍ, GENTE! BEM QUE DIZIAM QUE AS PESQUISAS ERAM FAJUTAS...


E agora, qual vai ser a desculpa esfarrapada que esses institutos de pesquisas vão dar para justificar os grosseiros erros nas suas avaliações de intenções de votos, em relação a eleição presidencial ocorrida no dia 03 de outubro. O fato é que, apesar de todos os institutos de pesquisas darem como favas contadas a vitória de Dilma já no primeiro turno das eleições, a realidade das urnas mostrou um resultado absolutamente diferente do que estava estipulado, com erros de avaliações tão ridiculamente grosseiros, que até fazem pensar na possibilidade de que, em vez de erros, pode ter havido uma sórdida estratégia de divulgação de pesquisas "fajutas", superdimensionando as intenções de votos em Dilma Rousseff, e subdimensionando as potencialidades de Marina Silva e José Serra, com o óbvio propósito de influenciar a decisão do eleitor indeciso e desmotivar a militância, e a fiscalização, dos candidatos oposicionistas. É claro que agora todos os institutos vão apresentar mil e uma desculpas, as mais esfarrapadas possíveis, justificando o engano, como se fosse fácil explicar números tão dispares entre as pesquisas de intenção de votos e os resultados das urnas. Afinal, esse negócio de pesquisa eleitoral é ciência ou adivinhação? Diga-se de passagem, as denúncias de que as pesquisas estavam sendo manipuladas já existiam, até porque era público e notório que os números apresentados não batiam com o que dizia a "voz rouca das ruas". A verdade é que, enquanto esses institutos de pesquisa não forem responsabilizados pela má qualidade (?) dos trabalhos que apresentam, continuaremos tendo o uso de pesquisas eleitorais muito mais com instrumentos de campanha, encomendados por candidatos abastados, do que como instrumentos de avaliação da situação eleitoral vigente. Até quando a Justiça Eleitoral vai continuar achando normal a aplicação desses verdadeiros "golpes das pesquisas de intenções de votos"?

sábado, 2 de outubro de 2010

AFINAL, QUEM SE DEU BEM COM ESSE "PUXA-ENCOLHE" SOBRE O TÍTULO DE ELEITOR?


Sendo um país em que grande parte da população, embora não confie na honestidade de propósitos de seus governantes e legisladores, e esteja cada vez mais descrente dos seus instrumentos de Justiça, prefere continuar levando "vida de gado", ao invés de reagir contra as mamatas, as maracutaias, os arrumadinhos e a corrupção, fica evidente, fica cada vez mais difícil controlar a sanha predatória das nossas autoridades, cada vez menos preocupadas em gerir, com um mínimo de responsabilidade, o dinheiro público. Vejamos esse exemplo do puxa-encolhe que essa rafaméia política criou em relação ao Título de Eleitor, primeiro criando uma Lei que exigia a apresentação do documento para votar, e agora, às vésperas das eleições, com o aval do STF, determinam que o tal documento, antes dito como instrumento moralizador do pleito, repentinamente passou a ter o valor de um zero à esquerda. Tudo muito bom, tudo muito bem, pois afinal esses sacripantas fazem mesmo o que querem, pois encontram respaldo em uma enorme parcela da população que acata suas presepadas, porém, só a título de esclarecimento, gostaria de saber qual foi o custo dessa brincadeirinha para os cofres do Brasil. Primeiro o TRE gastou uma "baba" em campanhas de conscientização, informando sobre a necessidade do Título de Eleitor, depois mobilizou todo um oneroso aparato administrativo para viabilizar a impressão de novas vias do documento, e no final, está gastando outra "baba" para desmentir o que havia dito nas primeiras mensagens veiculadas. Seria cômico, não fosse o caso de que muita gente se deu bem nessa "paradinha", ganhando um dinheirinho mole, seja fornecendo material para o TRE, seja ganhando diárias e/ou horas extras, seja vendendo espaços publicitários, seja elaborando campanhas etc., ética, etc. Esse é o retrato do Brasil, um país que, buscando inspiração no que um dia disse um poeta, é visto por muitos como se fosse uma "vaca de divinas tetas".

sexta-feira, 1 de outubro de 2010

QUE TAL UM CONCURSO PARA ACHAR ALGUMA UTILIDADE PARA O TÍTULO DE ELEITOR?


Esse Brasil, que já era visto por muitos como um país pouco sério, está agora sendo visto por outros tantos como um país sem vergonha. Esse golpe eleitoreiro aplicado pelo PT, ao conseguir o STF, em tempo recorde, aprovasse a suspensão da exigência da apresentação do Título de Eleitor no momento de votar, desmoraliza não só o processo de votação, como esse arremedo de Democracia cinicamente implantada nessa "casa de mãe Joana", em que foi transformada a terra de Pindorama. Ora bolas! A Lei que criou a exigência da posse do título no ato da votação, foi pensada e aprovada em um Congresso amplamente dominado pelo PT, através da ampla maioria que possui, graças aos acordos (huuummm!) fechados com outras legendas, e foi devidamente sancionada pelo presidente Lulla, tal como faz com tudo que a petezada manda, e agora, na hora da "onça beber água", quando a petralhada percebeu a besteira que tinha feito, simplesmente deram um jeitinho (afinal, o Brasil é o país do jeitinho) e fizeram com que a tal Lei, assim na base do vapt-vupt, fosse "jogada na lata do lixo", ao conseguir que o STF, que até agora não conseguiu decidir sobre o Projeto Ficha Limpa, decidisse, rapidinho/rapidinho, sobre o acatamento do pleito das lideranças petistas. Diga-se de passagem, também considero que o tal Título Eleitoral, enquanto documento, não vale o que o gato enterra, mas enterrar goela abaixo dos brasileiros uma radical mudança na "regra do jogo", faltando pouco mais de quarenta e oito horas para o início da votação, é um verdadeiro escárnio para com os eleitores. Já que o STF definiu que o Título de Eleitor não tem qualquer serventia, sugiro que seja instituído um concurso público para que se ache alguma utilidade para o "papelzinho". Eu mesmo já tinha uma sugestão em mente, mas quando vi que o papel é pequeno, e pouco macio, resolvi arquivar minha idéia, e continuar usando o papel higiênico tradicional. Vou continuar pensando... afinal, deve haver alguma utilidade para aquele "trocinho"...

quinta-feira, 30 de setembro de 2010

DEIXAR DE EXIGIR O TÍTULO DE ELEITOR, NESSA "ALTURA DO CAMPEONATO", É CASUÍSMO


Quando essa idiotice de exigir a apresentação do Título de Eleitor na hora de exercer o direito do voto estava tramitando no Congresso, os petralhas foram amplamente favoráveis, sob o falacioso argumento de que serviria para "moralizar o processo e evitar fraudes". Com base nessa "conversa mole", e usando da ampla maioria que mantêm sob controle, o PT não só aprovou a nova Lei, como providenciou para que Lulla a sancionasse bem rapidinho. Agora, quando petralhada percebeu que o "tiro poderia sair pela culatra", pois ao dificultar o acesso de eleitores às urnas estariam contribuindo para o aumento do volume de abstenções, principalmente entre as camadas mais humildes da população, os "cumpanhêros" rapidamente inventaram um mecanismos para colocar abaixo a Lei que tão cinicamente haviam defendido, colocando o problema nas mãos dos ministros do STF. Huuummm! Não sei porque, mas diante da últimas decisões do STF, e principalmente de algumas das suas "indecisões", tem muita gente "de orelha em pé", na expectativa de verificar o nível de isenção com que aquela Casa, onde a maioria dos ministros foram "nomeados" pelo presidente Lulla, irá se comportar ante um assunto de suma importância para o Palácio do Planalto. Algumas perguntas não querem calar: 1) Se a exigência do título era um artifício moralizador, para diminuir os riscos de fraudes, o pedido de suspensão significa que o PT está abrindo mão da moralidade, e assumindo a "esculhambação" como uma estratégia eleitoral?; 2) Será que esse é mais um daqueles documentos que Lulla assina sem ler?; Se essa Lei era tão descartável como agora tentam demonstrar, porque só agora, às vésperas das eleições, diante do risco da eleição presidencial ir para o segundo turno, a petralhada lembrou de jogá-la na "lata do lixo"? 3) Será que alguém ainda vai ter a cara de pau negar que isso é casuísmo? Fica evidente que, mais uma vez, nossas autoridades tomam decisões como se fosse do interesse do povo, quando, na verdade, estão unicamente empenhados em favorecer seus mesquinhos interesses partidários e projetos de poder. Afinal, como diria Justo Veríssimo, "mui digno" representante da política brasileira: "O POVO QUE SE EXPLODA".

segunda-feira, 27 de setembro de 2010

SEM AUTONOMIA PARA OS TRÊS PODERES, O BRASIL VIVE UM ARREMEDO DE DEMOCRACIA


Os petralhas que tenham paciência, mas chamar esse "regimezinho mequetrefe" implantado no Brasil, após a posse de Lulla, de Democracia é o fim da picada. Para começo de conversa, para que esse "arrumadinho ideológico" que hoje orienta as tomadas de decisões no Brasil fossem minimamente classificado de Democracia, teríamos de ter, conforme pressupõe a regra, a total e absoluta autonomia dos três poderes (Executivo, Legislativo e Judiciário), o que definitivamente não acontece, tendo em vista que o Executivo, inclusive através de instrumentos orçamentários, consegue sobrepor-se ao Legislativo e o Judiciário, transformando seus membros, com raríssimas, honrosas e heróicas exceções, em forças auxiliares para concretização dos seus planos de Poder. Quanto ao Legislativo, não há sequer a necessidade de perder tempo dando explicações, pois as demonstrações de submissão são tantas, e tão evidentes, que diariamente transbordam nos noticiários de rádios, jornais e TV's. Já o Judiciário, apesar das tentativas de passar a impressão de autonomia, a "força de pressão" do Executivo torna-se evidente, na medida em que cabe ao chefe do Executivo o direito de indicação dos ministros do STF. Ora bolas! Será que algum presidente nomeia "adversários" para o STF? Quando o mandato presidencial era de quatro anos, sem reeleição, a conversa era outra, pois ao longo da gestão, um presidente fazia poucas nomeações. Agora, com essa "mamata" de reeleição, Lulla já vai para a sua oitava nomeação, o que significa mais do que os 50% dos votos necessários para decidir qualquer votação. É pura matemática!

sábado, 25 de setembro de 2010

JULGAMENTO NO STF TERMINA EMPATADO: SERIA CÔMICO, SE NÃO FOSSE TRÁGICO...


Só mesmo a negligencia do presidente em relação aos problemas de Estado, ao priorizar a eleição de seu substituto, em detrimento de assuntos de absoluta prioridade em sua gestão, pode fazer com que o Brasil, após ficar esperando angustiosamente por uma decisão do STF sobre a validade da "Lei da Ficha Limpa", quando do julgamento do recurso interposto pelo candidato ao governo de Brasília, Joaquim Roriz, tivesse de engolir uma nova e indigesta pizza, ao ver o julgamento, depois de hilários jogos de cena, terminar empatado, com cinco votos para cada lado. Será que o presidente não sabe da importância do número impar de julgadores? Se sabe, qual a explicação para que tenha deixado aquele colegiado, o mais importante do aparato judiciário brasileiro, com dez julgadores, ao não nomear (?), com a premência que o cargo exige, o substituto do juiz Eros Graus, aposentado desde o início de agosto? Pior ainda é "Sua Excelência" declarar que não vai aceitar pressão, e que só fará a nomeação depois das eleições. Eu só queria saber o que a nomeação de um ministro para o Supremo tem a ver com as eleições? Espera-se que a nomeação do novo ministro para o STF não esteja sendo utilizada eleitoralmente (Huuummm! Não sei porque, mas lembrei da imagem de uma cenoura amarrada à frente do burro). Ou será que o adiamento da divulgação do nome do novo membro do Supremo, para depois das eleições, seria uma estratégia para manter os "padrinhos de candidatos a ministro do STF" sob controle, evitando-se arestas com aqueles que não tiverem seu "cupom premiado"?

sexta-feira, 24 de setembro de 2010

REFINARIA DE SUAPE: MAIS UMA ARTIMANHA PARA ENROLAR INCAUTOS ELEITORES


Fico impressionado com a cara de pau de nossos governantes ao se dirigir ao povo, em suas falações de campanha eleitoral. Aqui em Pernambuco temos um bom exemplo de como os eleitores são fria e covardemente iludidos com a "conversa mole" dos políticos, que usam e abusam das mentiras e meias verdades na arte de amealhar votos dos incautos, como sempre, contando com a conivência da grande imprensa que, seja por falta de coragem, ou por medo de perder verbas da publicidade oficial, mantêm-se irresponsavelmente omissa. Vejamos o caso dessa tal Refinaria de Petróleo que estaria sendo construída em Pernambuco, sobre a qual o governador Eduardo Campos, candidato a reeleição, enche a boca para falar, a cada oportunidade em que se dirige aos eleitores. Pois bem, em minha mais recente viagem à São Paulo, fiz questão de reservar meu assento na janela, do lado direito da aeronave, exatamente para ver essa "oitava maravilha da engenharia" que, segundo a "mentirada oficial", estaria surgindo nas imediações do Porto de Suape. Tudo lorota! A tal refinaria ainda não saiu do chão. O que nossos governantes chamam cinicamente de refinaria, não passa, depois de mais de quatro anos de obras, consumindo milhões e milhões em verbas, de um enorme terreno vazio, no qual até agora apenas a terraplanagem foi realizada. Será possível que não existe em Pernambuco um órgão de imprensa livre o suficiente para alertar os povo sobre o "conto da refinaria"? Até quando nossos políticos continuarão fazendo, impunemente, propaganda enganosa sobre essa tal Refinaria de Suape?

terça-feira, 21 de setembro de 2010

CONTANDO COM A PERSPECTIVA DE IMPUNIDADE, OS CORRUPTOS "ENFIAM O PÉ NA JACA"


O Poder Executivo no Brasil, em todas as suas esferas (Federal, Estadual e Municipal), parece estar podre, após ter sido contaminado pela incompetência e/ou desonestidade demonstrada por alguns administradores públicos, normalmente escolhidos a partir de critérios puramente eleitorais, como também, e principalmente, pela sensação de impunidade existente entre essa "elite partidária", diante da quase certeza de que, mesmo que suas maracutaias sejam descobertas, não serão alcançados pela Justiça, por contarem com a proteção de seus superiores, que se mobilizam para abafar o caso, na ânsia de não serem também envolvidos. Diante desse quadro de escândalos contínuos e simultâneos, muitos dos quais são praticamente abandonados pela mídia, caindo no esquecimento ao serem substituídos por novas patifarias vindas à tona, o povo perde a noção da esculhambação reinante. Só para que se tenha um idéia do caótico quadro de indigência ética e moral em que hoje chafurda a gestão pública brasileira, podemos listar, para não ser cansativo, os quatro mais escabrosos: 1) Escândalo de "roubalheira" na Prefeitura de Dourados-MS; 2) Escândalo de tráfico de influência na Casa Civil da Presidência da República; 3) Escândalo de má gestão de dinheiro público estado do Amapá. Alguém tem dúvida de que no final das "investigações", como sempre acontece, vai tudo acabar em pizza? Ninguém será "punido de verdade". Através da estratégia do "boi de piranha", algumas "punições de faz de conta" poderão até ocorrer, mas apenas para acalmar o ambiente, e permitir que os casos possam "cair no esquecimento".

sábado, 18 de setembro de 2010

O NOME É PALÁCIO DO PLANALTO, MAS PODE CHAMAR DE "BALAIO DE GATOS"


Se houvesse um "Campeonato Brasileiro de Esculhambação Pública", disputado pelas diversos órgãos do Governo Federal, apesar das dificuldades, por conta do excesso de candidatos ao título, seguramente o Palácio do Planalto acabaria campeão. Afinal, em que outra repartição pública o "poderoso chefão" é um camarada tão facilmente enrolado pelos seus assessores. Basta lembrar que durante o Escândalo do Mensalão, mesmo com todas as tramóias sendo montadas, ao logo de meses, na sala contínua a sua, sob coordenação dos seus mais íntimos colaboradores, sua Excelência, na hora do pega pra capar, simplesmente alegou que não sabia de nada, mesmo sob o risco de passar por idiota, diante do fato de ter sido, tal como acontece com os maridos traídos, o último a saber. Provando que continuam em plena forma, em termos de esculhambação administrativa, os gestores do Palácio do Planalto acabam de fazer uma confissão pública de incompetência, ou seria pouco caso, em relação aos seus deveres, ao cinicamente divulgar, através de uma tal Comissão de Ética (kkkkk), uma "censura" dirigida à ex-ministra Erenice Guerra, alegando que ela não teria entregue a declaração de bens e a relação de parentes ocupantes de cargos governamentais, documentos que, na prática, deveriam ter sido apresentados antes mesmo dela tomar posse como ministra da Casa Civil, em 31 de março deste ano. Quer dizer que só agora, quase seis meses depois, quando a amiga de Dilma Rousseff caiu em desgraça, a tal Comissão de Ética teve "coragem" de tomar "tenência" sobre o assunto? Só rindo (kkkkk)!!!