"QUEM NÃO LUTA PELOS SEUS DIREITOS, NÃO É DIGNO DELES." (Rui Barbosa)



sábado, 16 de abril de 2016

SERÁ QUE O ADVOGADO GERAL DA UNIÃO NÃO DEVERIA SER "ADVOGADO DO BRASIL"?

Se a União, como Estado Democrático, é uma instituição formada por três poderes autônomos  (EXECUTIVO, LEGISLATIVO e JUDICIÁRIO), qual seria o motivo para o ministro chefe da Advocacia Geral da União atuar como advogado da Presidência da República, em uma demanda na qual existe um claro confronto entre EXECUTIVO e LEGISLATIVO?

Será que não existe "conflito de interesses" e/ou "desvio de função" na atuação do ministro José Eduardo Cardozo, como defensor da presidente Dilma Rousseff, nesse processo de impeachment que atualmente tramita na Câmara Federal?

Será que a atuação de Cardozo no processo do impeachment como defensor da presidente, não poderia ser confundida, em última análise, como uma "missão partidária"?

Enfim, a pergunta que não quer calar é:
SE O ADVOGADO GERAL DA UNIÃO DIRECIONA SEUS ESFORÇOS PROFISSIONAIS PARA DEFENDER INTERESSES ESPECÍFICOS DE DILMA ROUSSEFF, E DO PT, QUEM ESTÁ DEFENDENDO OS INTERESSES DO BRASIL, ENQUANTO UNIÃO?


Abra o link https://pt.m.wikipedia.org/wiki/Advocacia-Geral_da_Uni%C3%A3o, analise atentamente as atribuições regimentais da Advocacia Geral da União e veja como há, no mínimo, uma distorção funcional na atuação do ministro José Eduardo Cardozo como "advogado de defesa", nesse episódio envolvendo pedido de impeachment da presidente Dilma.

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